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HIP HOP

MICROFONE HK VIDEO CLIP

CORAÇÃO DE GELO

Uma nova musica composta pelos grupos que provaram estar entrosados RAV, Pacificadores e Lana Emyci fizeram a diferença na musica “coração de gelo” e prometem um som ainda mais agressivo na produção superando as expectativas dos próprios integrantes que apostam que a musica promete ser mais uma revelação nos Hit s de 2014, e segundo os representantes a musica já estaria gravada esperando um momento oportuno de entrar no mercado da musica. confiram o ultimo lançamento dos grupos no vídeo abaixo.


GANG MONEY, REVELAÇÃO NO RAP CHARME, AOS AMANTES DE UM BOM RAP CHARME, ENCONTRAMOS ESTE GRUPO PERDIDO NAS RUAS DO VALPARAISO GO E APROXIMAMOS A ARTE E POESIA DE RUA AOS AMANTES DO RAP CHARME,
CLIQUE NA FOTO A DIREITA E CURTA A PAGINA DESTE GRUPO NO FACE, E NA FOTO DA ESQUERDA CONFIRME O TALENTO NO PALCO MP3 DO GRUPO E BAIXE AS MUSICAS DISPONIVEIS , GANG MONEY CURTA O SOM

Músico faz rap criticando salário de deputados, e caso vai parar no MP
Letra critica fato de deputados do RS terem aumentado salários em 73%.
Presidente da Assembleia à época enviou ofício ao Ministério Público.

GANGUE DA MATRIZ

No próximo dia 22, o músico Tonho Crocco deverá comparecer ao Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul para uma audiência. O assunto será o rap que ele compôs criticando um reajuste de 73% que deputados estaduais aprovaram para seus próprios salários em dezembro, no final da legislatura.

Com o nome de “Gangue da Matriz”, a música tem frases como “o crime aconteceu em plena luz do dia” e “subiram seu salário; me senti um otário” e faz rimas com os nomes de 36 deputados que teriam votado a favor do aumento junto com o refrão “gangue da matriz, gangue da matriz”.

O nome da música faz referência à localização da Assembleia Legislativa, na Praça da Matriz, e a crimes ocorridos na década de 80 no local.

“Nos anos 80, tinha um grupo de filhos de pessoas ricas que faziam artes marciais e covardemente batiam em uma pessoa e teve até um assassinato. Como a Assembleia Legislativa é na Praça da Matriz, essa foi a metáfora que eu quis usar porque me senti agredido, meu direito foi assassinado ali naquela hora. Então essa é a referência dessa frase”, diz Crocco.

A audiência tem origem numa representação enviada ao MP pelo então presidente da Assembleia, Giovani Cherini (PDT), pedindo a

“instauração de procedimento investigatório para apuração de possível cometimento de infrações penais”. O texto diz que o “protesto” de Crocco se insere nos crimes contra a honra, do Código Penal. A letra e a gravação da música foram encaminhadas aos promotores.

O Ministério Público diz que tratou o caso, em tese, como “infração de menor potencial ofensivo” e que a polícia elaborou um termo circunstanciado. Uma audiência preliminar foi marcada para o próximo dia 22 para “possível conciliação e esclarecimentos entre as partes”.

“Essa conciliação, para mim, não existe. Vou ter que pagar cesta básica pelo que fiz? Vou ter que retirar a música? Vou ter que me retratar? Não existe. Pretendo levar esse processo adiante. Se o Ministério Público não arquivar no dia 22, vou levar [o caso] até o fim porque não me considero culpado e acho que tenho direito de exercer minha cidadania, minha crítica. Sou músico, não sou político, e minha manifestação foi desse jeito. Não quero que se abra esse precedente para as pessoa terem medo de se manifestar”, contesta o músico.

EMINEN

Eminem volta aos cinemas e vai interpretar um boxeador canhoto

EMINEN

Depois da elogiada atuação no drama autobiográfico “8 Mile – Rua das Ilusões” (2002), o rapper Eminem vai voltar aos cinemas. Segundo o site Deadline, o criador do seriado “Sons of Anarchy”, Kurt Sutter, vendeu os direitos de uma história escrita por ele para a Dreamworks. Sutter disse que teve a ideia do projeto ao observar as lutas pessoais de Eminem nos últimos cinco anos.
“Eu fiz reuniões com os parceiros de Marshall (nome verdadeiro do rapper) nos últimos sete anos, procurando algo para fazermos juntos. Eu sei que ele é muito seletivo. Mas ele compartilhou muito de suas lutas pessoais neste álbum muito cru e honesto. Ele é muito interessado no mundo do boxe, e me pareceu uma boa metáfora, pois a vida dele foi uma luta. De certa forma, é uma continuação de 8 Mile, mas ao invés de uma biografia literal, estamos fazendo uma narrativa metafórica do segundo capítulo da vida dele.
Ele vai interpretar um campeão mundial que atinge o fundo do poço, e tem que lutar para ganhar de volta sua vida e sua filha. No fundo, é uma releitura das lutas dele nos últimos cinco anos, usando uma analogia do boxe. Eu adoro que o título mostra Marshall como canhoto, que para o mundo do boxe é como um rapper branco para o mundo do hip hop: perigoso, mal visto e completamente não-ortodoxo. O caminho é muito mais difícil para um boxeador canhoto do que parta um destro”, explicou o roteirista.

O nome do filme é “Southpaw”. A notícia vem em momento oportuno, pois marca o retorno do rapper às paradas de sucesso com o disco Recovery, que recebeu dez indicações ao prêmio Grammy. Eminem ganhou um Oscar de Melhor Canção por “8 Mile“.

Na Câmara dos Deputados, hip-hop chama atenção para problemas do álcool

Por: Guilherme Bryan, para a Rede Brasil Atual

Publicado em 16/07/2011, 12:03

Última atualização às 12:12

A exibição de um videoclipe na Câmara dos Deputados, em Brasília, pode ser considerado algo inédito, mas aconteceu na terça-feira (12), com “Um Brinde”, dirigido por Vras 77, para o grupo de hip-hop Inquérito, liderado pelo MC, compositor e geógrafo Renan Inquérito. Os dois estiveram num encontro que faz parte da Comissão Especial sobre Bebidas Alcoólicas e contou ainda com a presença de Gilberto Leifert, presidente do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). Um dos temas debatidos foi a influência da propaganda no aumento do consumo de bebidas alcoólicas no país.

O encontro foi solicitado pelo deputado federal Vanderlei Macris (PSDB-SP), que declarou que o grupo de hip-hop Inquérito contribui de modo significativo na comissão, porque são jovens que se expressam e entendem a linguagem dos jovens. “Eles mereceram esse espaço”, garante.

O principal objetivo da comissão é justamente analisar as causas e consequências do aumento do consumo de álcool nos últimos anos e propor políticas públicas de prevenção e combate, justamente a temática do videoclipe, que, com fotografia e iluminação bastante realistas, retrata esse universo, desde o plantio da cana-de-açúcar até o etanol que move os carros, como um grito de alerta. A direção de Vras 77 demonstra o grande talento do realizador, que é conhecido na periferia de São Paulo por retratar a realidade onde vive, fabricando os equipamentos no quintal da casa onde mora.

O videoclipe foi lançado em fevereiro, junto com a Campanha Nacional de Combate ao Alcoolismo e, desde então, foi exibido em 170 lugares diferentes do Brasil e também em Portugal, Cuba, Guiné Bissau, Estados Unidos e Inglaterra.

Logo após o evento na Câmara, Renan Inquérito declarou: “Achei muito válido o convite e também a maneira como receberam a proposta, sobretudo porque depois do encontro, percebi, da parte deles, um grande entusiasmo em estabelecer parcerias, inclusive, já nos convidaram para outra audiência, que acontecerá na Assembléia Legislativa em São Paulo, no próximo mês. Creio que abrimos mais uma porta para o Inquérito e também para o hip-hop. Foi um momento inédito e criamos um canal de diálogo”.

MIKE JONES BRAZIL

MIKE JONES E SMURPHIES DISCO CLUB

Data: 23/07
Local: ESTACIONAMENTO DO ESTADIO MANE GUARRINCHA-PLANO PILOTO

Grande Galera SABADÃO DIA 23 DE JULHO TEM MIKE JONES E SMURPHIES DISCO CLUB NO EST. MANÉ GUARRINHCHA INGRESSOS ANTECIPADOS JA A VENDA NAS LOJAS RAP NACIONAL NO SHOPPING POPULAR DE CEILÂNDIA BOX 508,PAPELARIA CRIATIVA FEICENTER SAMAMBAIA,DELIRIUS MULTIMARCAS NA FEIRA DOS IMPORTADOS TAGUATINGA BOX 156,PROVINIL NO CONIC CENTER,SORTEIO DE CAMISETAS CDS E DVDS PRA GERAL,ESPALHA PRA GALERA TE VEJO POR LÁ VEM AI FURACAO 2000 AGUARDEM!!

O cantor T-Pain prometeu que nunca mais usará o efeito Auto-Tune, terminando assim com uma grande tendência no R&B e Hip-Hop. Através de um comunicado emitido hoje (2 de de junho), T-Pain declarou que trocará a tecnologia por uma mais atual. Eu juro aqui, nesse momento, que nunca mais vou usar o Auto-Tune, prometeu. Estou em algo que acredito ser melhor e maior. Se chama ‘T-Pain Effect’. Embora o Auto-Tune já esteja em cena há um bom tempo, T-Pain foi o grande responsável por trazê-lo para o mainstream do Hip Hop. Desde então, nomes como Kanye West, Lil Wayne e Snoop Dogg também aderiram a tecnologia. Através de uma parceria com a empresa de tecnologia de áudio Izotope, T-Pain criará o ‘T-Pain effect’, tecnologia que será mostrada para o público no dia 7 de junho, durante a Electronic Entertainment Expo, mais conhecida como E3.

MANO BROWN COM A NIKE

O legendário rapper brasileiro, Mano Brown, acaba de lançar um tênis em parceria com a Nike. Além de Mano Brown, XBS, do grupo Nitro Microphone Underground, e o produtor britânico A1 Bassline, também terão o seu próprio modelo. Mano Brown escolheu o tênis Street Gato Premium, que é feito de premium leather e traz a clássica sola de latex. O produto chega às lojas em maio.

Criolo Doido une o rap a samba, soul, bolero e romantismo Cantor paulista lança segundo álbum e rompe fronteiras de gêneros

Criolo Doido une o rap a samba, soul, bolero e romantismo Cantor paulista lança segundo álbum e rompe fronteiras de gêneros

o filme brodér

Chegou o fim de semana e todos querem diversão, um dia entoou Mano Brown em Fim de Semana no Parque, o rap antológico do Racionais Mc’s, que nasceu no Capão Redondo e mostrou a cara de ‘quem mora do lado de lá’, só atravessa a ponte para trabalhar, para passear no parque ou, quem sabe, dar uma conferida na Virada Cultural. Mas, no último domingo, foi a vez da Comunidade Zona Sul ir ao cinema conferir a pré-estreia de Bróder no Multiplex Campo Limpo.

Brown, que já havia assistido ao filme, não estava lá. Mas sua família sim. Contrariando os ‘contras’, como o domingo de sol, de Virada Cultural, e de culto na igreja local, cerca de 300 moradores do Capão lotaram o cinema em dia histórico. Era a primeira vez que a comunidade iria se ver na tela grande. E sem precisar atravessar a ponte. Era também o primeiro evento oficial do Multiplex em seis anos de funcionamento. Para completar, o diretor Jeferson De e o elenco (Caio Blat e Jonnathan Haagensen iam estar lá). E assim foi. A rapaziada compareceu em peso, aplaudiu e ainda cantou junto o rap do Racionais que, claro, tocou na tela de Bróder, “Pela primeira vez vi uma música do Racionais ‘tocar’ no cinema”, contou Wellington, de 23 anos, morador do Capão, que trabalha com shows da banda. ‘Gostou?’ “Adorei. Representa muito bem a gente.” ” Então, se gostou, recomende para a família e para os amigos. Vamos dominar os cinemas”, brincava o diretor.

Primeiro longa de Jeferson De, o filme conta a história de três amigos de infância, Macu (a semelhança com Macunaíma não é coincidência), Jaiminho (Jonathan Haagensen) e Pibe (Sílvio Guindane). Os três cresceram juntos no Capão, mas seguem seus caminhos em separado. Jaiminho virou jogador de futebol. Pibe é corretor de imóveis. Macu foi seduzido pelo crime e ‘alugou’ sua casa para uma gangue de traficantes que pretende sequestrar uma criança. Tudo vai bem, ou quase, até que a gangue decide sequestrar Jaiminho. Jeferson fez questão de explicar para uma das TVs que acompanhavam o evento: “Apesar de a violência estar à espreita, é uma história de amizade. Poderia se passar em qualquer bairro”.

Mas não passa. No domingo, passou na quebrada. “O Capão não é só violência não, mano. Tem de tudo. Tem até gente rica. Tem problema, claro, mas tem muito amor também”, comentou o pai de cinco filhos, que levou a ‘ninhada’ para conferir.
Fonte: estadao.com.br

O hip-hop emergiu em meados da década de 1970 nos subúrbios negros e latinos de Nova Iorque. Estes subúrbios, verdadeiros guetos, enfrentavam diversos problemas de ordem social como pobreza, violência, racismo, tráfico de drogas, carência de infra-estrutura e de educação, entre outros. Os jovens encontravam na rua o único espaço de lazer, e geralmente entravam num sistema de gangues, as quais se confrontavam de maneira violenta na luta pelo domínio territorial. As gangues funcionavam como um sistema opressor dentro das próprias periferias – quem fazia parte de algumas das gangues, ou quem estava de fora, sempre conhecia os territórios e as regras impostas por elas,devendo segui-las rigidamente.

    1. Esses bairros eram essencialmente habitados por imigrantes do Caribe, vindos principalmente da Jamaica. Por lá existiam festas de rua com equipamentos sonoros ou carros de som muito possantes chamados de Sound System (carros equipados com equipamentos de som, parecidos com trios elétricos). Os Sound System foram levados para o Bronx, um dos bairros de Nova Iorque de maioria negra, pelo DJ Kool Herc, que com doze anos migrou para os Estados Unidos com sua família. Foi Herc quem introduziu o Toast (modo de cantar com levadas bem fraseadas e rimas bem feitas, muitas vezes bem politizadas e outras banais e sexuais, cantadas em cima de reggae instrumental), que daria origem ao rap.Neste contexto, nasciam diferentes manifestações artísticas de rua, formas próprias, dos jovens ligados àquele movimento, de se fazer música, dança, poesia e pintura. Os DJs Afrika Bambaataa, Kool Herc e Grand Master Flash, GrandWizard Theodore, GrandMixer DST (hoje DXT), Holywood e Pete Jones, entre outros, observaram e participaram destas expressões de rua, e começaram a organizar festas nas quais estas manifestações tinham espaço – assim nasceram as Block Parties.As gangues foram encontrando naquelas novas formas de arte uma maneira de canalizar a violência em que viviam submersas, e passaram a freqüentar as festas e dançar break, competir com passos de dança e não mais com armas. Essa foi a proposta de Afrika Bambaataa, considerado hoje o padrinho da cultura hip-hop, o idealizador da junção dos elementos, criador do termo hip-hop e por anos tido como “master of records” (mestre dos discos), por sua vasta coleção de discos de vinil.DJ Hollywood foi um DJ de grande importância para o movimento. Apesar de tocar ritmos mais pop como a discoteca, foi o primeiro a introduzir em suas festas MCs que animavam com rimas e frases que deram início ao rap. Os MCs passaram a fazer discursos rimados sobre a comunidade, à festa e outros aspectos da vida cotidiana. Taki 183, o grande mestre do Pixo, fez uma revolução em Nova Iorque ao lançar suas “Tags” (assinaturas) por toda cidade, sendo noticiado até no New York Times à época. Depois dele vieram Blade, Zephyr, Seen, Dondi, Futura 2000, Lady Pink, Phase 2, entre outros.

      Em 12 de novembro de 1973 foi criada a primeira organização que tinha em seus interesses o hip hop, cuja sede estava situada no bairro do Bronx. A Zulu Nation tem como objetivo acabar com os vários problemas dos jovens dos subúrbios, especialmente a violência. Começaram a organizar “batalhas” não violentas entre gangues com um objetivo pacificador. As batalhas consistiam em uma competição artística.

      Depois de perder feio para Kanye West na batalha de venda de álbuns, o incansável 50 Cent está de volta, e já arrumou um novo adversário. O escolhido agora é o ex-membro do N’Sync, Lance Bass. Os dois trocaram farpas durante o lançamento de seus respectivos livros.50 acaba de lançar sua nova auto-biografia, intitulada 50×50: 50 Cent in His Own Words. O livro é estruturado como um scrapbook pessoal com fotos antigas que retratam a ascenção do rapper, que saiu das ruas do Queens para o topo das paradas.

      Lance não tem chance, 50 Cent disse ao repórter do New York Daily News, Ben Widdicombe. Comigo tudo é competição, então aposto com você que no fim da semana eu terei vendido mais do que ele.

      FONTE: CENTRAL DO RAP

      Rick Ross fala sobre rivalidade com 50 Cent

      Rick Ross explicou recentemente sua motivação para iniciar uma batalha lírica contra 50 Cent. Em entrevista para a revista RESPECT, o rapper declarou ter temido que o líder da G-Unit pudesse atacá-lo a qualquer momento.

      Não havia nada pessoal contra o 50 Cent naquela época, explicou. Mas ele estava atacando pessoas, e começou a atacar gente cada vez mais próxima a mim.

      Chegou em um ponto onde eu tive que tomar uma decisão. Eu senti que seria o próximo da lista, então tomei a ofensiva, adicionou.

      Rick Ross iniciou sua rivalidade com 50 Cent no ano de 2009. Na ocasião, o ‘Boss’ de Miami disparou ataques contra o líder da G-Unit na faixa Mafia Music, que foi single do álbum Deeper Than Rap.

      MMA, Muay Thai, e JIU JITSU e Rap A idéia inicial é fundir duas culturas de forte expressão popular num único espaço. De um lado o Hip-Hop, movimento existente no Brasil há mais de três décadas, capaz de fazer valer a voz da juventude pobre das periferias do país. De outro, a luta, esporte que arrebata a maioria dos jovens sem perspectivas, conduzindo-os a uma disciplina rigorosa em prol de sua formação cidadã”, define o anfitrião, Jorge Turco, que pretende fixar esta nova parceria nos ringues de seus eventos.

      MMA, Muay Thai, e JIU JITSU e Rap A idéia inicial é fundir duas culturas de forte expressão popular num único espaço. De um lado o Hip-Hop, movimento existente no Brasil há mais de três décadas, capaz de fazer valer a voz da juventude pobre das periferias do país. De outro, a luta, esporte que arrebata a maioria dos jovens sem perspectivas, conduzindo-os a uma disciplina rigorosa em prol de sua formação cidadã”, define o anfitrião, Jorge Turco, que pretende fixar esta nova parceria nos ringues de seus eventos.

      Grandes nomes do rap reúnem-se em SP O grupo Racionais MCs se apresenta neste sábado no Parque da Cidade

      Neste sábado (9/4), às 22h, os versos afiados dos Racionais MC’s prometem agitar a noite festeira no Expobrasília (Parque da Cidade). Os rappers Mano Brown, KL Jay, Ice Blue e Edy Rock dividem o show com os grupos Tribo da Periferia e Os Pacificadores, além dos DJs Ocimar, Celsão, Batma, Júnior Killa e Japão (Viela 17).

      Conjunto de rap mais popular do país, o Racionais MC’s começou em 1988, na periferia de São Paulo, e alcançou sucesso estrondoso nas décadas seguintes, especialmente com os discos Sobrevivendo no inferno (1997) e Nada como um dia após o outro dia (2002). Jay adianta que o quarteto leva hits e novidades para a capital. “Vamos tocar músicas consagradas e novas também. Fazer uma mistura. A gente sempre é muito bem recebido em Brasília. As cidades ao redor da capital têm o panorama da periferia aqui de Sampa. Temos público fiel e estamos na concentração para sábado”, diz. Ingressos: R$ 30 (pista) e R$ 80 (extra vip), valores de meia-entrada do segundo lote. À venda em: Banca Rap Nacional (Box 42, Shopping Popular da Ceilândia), Papelaria Criativa (Samambaia Norte), Stylo Black (Feibox, Pistão Sul – Taguatinga), loja Ana Marca (Santa Maria Sul), loja DaBomb e Pro Vinil (Conic) e Mariah Modas (Setor Central, Gama). Não recomendado para menores de 18 anos. Informações: 8238-7450.

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      fonte: correio Braziliense

      BRAZIL MIKE JONES

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